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Mídia: Meta redigiu emenda apresentada por deputado em projeto sobre proteção infanto-juvenil na Internet

Mídia: Meta redigiu emenda apresentada por deputado em projeto sobre proteção infanto-juvenil na Internet

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Um lobista da Meta no Brasil foi o responsável por redigir uma emenda, apresentada pelo deputado federal Fernando Máximo (União Brasil-RO), em um projeto de… 14.08.2025, Sputnik Brasil

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Conforme reportagem publicada pelo Intercept Brasil, Marconi Borges Machado, gerente de políticas públicas da Meta — empresa com atividades proibidas na Rússia por serem consideradas extremistas —, teria criado ao menos duas das quatro emendas apresentadas por Máximo em relação ao Projeto de Lei (PL) 2628/2022. A ação do executivo foi identificada a partir dos metadados disponibilizados no site da Câmara dos Deputados.A primeira emenda feita por Machado visava livrar as redes sociais da obrigação de produzir relatórios sobre moderação de conteúdo, sob a justificativa de que “nem toda moderação se dá em razão de conduta que possa ter causado dano a menores”, criando um “ônus sem a necessária contrapartida e benefício”. A segunda pedia a exclusão de multas ou sanções criminais às plataformas.Embora as emendas tenham sido rejeitadas pelo relator do projeto, Jadyel Alencar (Republicanos-PI), o texto final conta com um inciso similar ao sugerido pelo lobista da Meta, por meio de Máximo, para livrar as redes sociais do “envio semestral de relatórios de moderação e denúncias”.Em nota ao Intercept Brasil, a Meta informou que é de conhecimento público que a empresa e outras partes interessadas no projeto de lei contribuem com os deputados. A big tech não comentou se seus funcionários têm o costume de redigir emendas parlamentares ou, mesmo, sobre a profundidade da relação com Máximo.

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Um lobista da Meta no Brasil foi o responsável por redigir uma emenda, apresentada pelo deputado federal Fernando Máximo (União Brasil-RO), em um projeto de lei que visa a proteção infanto-juvenil na Internet. O entendimento é que a modificação tinha como intuito enfraquecer o texto original e favorecer a big tech.

Conforme reportagem publicada pelo Intercept Brasil, Marconi Borges Machado, gerente de políticas públicas da Meta — empresa com atividades proibidas na Rússia por serem consideradas extremistas —, teria criado ao menos duas das quatro emendas apresentadas por Máximo em relação ao Projeto de Lei (PL) 2628/2022. A ação do executivo foi identificada a partir dos metadados disponibilizados no site da Câmara dos Deputados.

A primeira emenda feita por Machado visava livrar as redes sociais da obrigação de produzir relatórios sobre moderação de conteúdo, sob a justificativa de que “nem toda moderação se dá em razão de conduta que possa ter causado dano a menores”, criando um “ônus sem a necessária contrapartida e benefício”. A segunda pedia a exclusão de multas ou sanções criminais às plataformas.

Um iPhone exibe os aplicativos do Facebook e do Messenger (plataformas proibidas na Rússia por extremismo), em Nova Orleans. EUA, 11 de agosto de 2019 - Sputnik Brasil, 1920, 31.07.2025

Big techs: não basta regulamentar, é preciso uma política de soberania digital, defendem analistas

Embora as emendas tenham sido rejeitadas pelo relator do projeto, Jadyel Alencar (Republicanos-PI), o texto final conta com um inciso similar ao sugerido pelo lobista da Meta, por meio de Máximo, para livrar as redes sociais do “envio semestral de relatórios de moderação e denúncias”.

Em nota ao Intercept Brasil, a Meta informou que é de conhecimento público que a empresa e outras partes interessadas no projeto de lei contribuem com os deputados. A big tech não comentou se seus funcionários têm o costume de redigir emendas parlamentares ou, mesmo, sobre a profundidade da relação com Máximo.
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Fonte: noticiabrasil.net.br

Publicado em: 2025-08-14 20:07:00 | Autor: |

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