A influenciadora Débora Dunhill, de 39 anos, passou por um susto ao testar um método alternativo de cuidados com a pele. A ex-Miss Bumbum contou que teve uma reação alérgica no rosto após usar o próprio sangue menstrual como parte da rotina de skincare.
A prática, que vem circulando nas redes sociais, chamou a atenção da influenciadora por prometer benefícios à pele. No entanto, a experiência não teve o resultado esperado.
Técnica vista nas redes sociais
Segundo Débora, a ideia surgiu após assistir a vídeos em plataformas como o TikTok. Ela afirmou que viu conteúdos explicando a técnica e leu diversos comentários positivos.
Muitas pessoas relatavam melhora na aparência da pele. Isso despertou curiosidade e a motivou a testar o método em casa.
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A influenciadora contou que acreditou ser algo simples e natural. Para ela, fazia sentido experimentar, já que o procedimento parecia inofensivo à primeira vista.
Reação imediata após a aplicação
Pouco tempo depois de aplicar o sangue no rosto, Débora percebeu que algo não estava certo. Os primeiros sinais surgiram rapidamente.
Ela relatou sensação de calor intenso por todo o rosto. A pele ficou bastante vermelha e começou a coçar. O desconforto aumentou em poucos minutos.
Segundo a influenciadora, que mora em Portugal, a sensação era de forte irritação. Diante dos sintomas, ela decidiu procurar ajuda médica.
Foto: Reprodução/Instagram
Orientação médica e cuidados imediatos
Ao buscar orientação profissional, Débora foi orientada a interromper imediatamente a prática. O médico recomendou cuidados básicos e nada agressivos à pele.
Ela contou que recebeu a instrução de lavar bem o rosto apenas com água e sabão neutro. Também foi orientada a não aplicar nenhum outro produto naquele momento.
Após seguir as recomendações, os sintomas começaram a diminuir. Aos poucos, a pele foi se acalmando e a vermelhidão reduziu.
Alerta sobre práticas com sangue sem acompanhamento médico
O caso reacende o alerta sobre procedimentos caseiros e tendências de beleza vistas nas redes sociais. Nem tudo que viraliza é seguro ou indicado para todos os tipos de pele.
Especialistas costumam reforçar que cada organismo reage de uma forma. O que funciona para uma pessoa pode causar reações adversas em outra.
Débora afirmou que decidiu compartilhar o ocorrido justamente para alertar seguidores. A intenção, segundo ela, é evitar que outras pessoas passem pela mesma situação.
Influência das redes sociais no autocuidado
Nos últimos anos, vídeos sobre skincare natural e técnicas alternativas ganharam força na internet. Muitos prometem resultados rápidos e milagrosos.
No entanto, dermatologistas alertam que o uso de substâncias sem comprovação científica pode trazer riscos. O contato da pele com sangue pode provocar alergias, infecções ou inflamações.
A recomendação é sempre buscar orientação profissional antes de testar qualquer método diferente.
Outro susto grave no passado
O caso do sangue no rosto não foi o único problema de saúde enfrentado por Débora nos últimos meses. Em meados de 2025, ela viveu uma situação ainda mais grave após fazer uma tatuagem na perna, em Portugal.
A tatuagem foi feita em setembro. Nos primeiros dias, Débora acreditou que a dor fazia parte do processo normal de cicatrização. Ela chegou a usar pomadas e tentou cuidar sozinha.
No entanto, a situação piorou com o passar das semanas. A dor aumentou, a região não cicatrizava e a mobilidade começou a ser comprometida.
Dor intensa e perda de mobilidade
Com o agravamento do quadro, Débora passou a ter dificuldade para andar. Atividades simples se tornaram impossíveis.
Ela contou que chegou a dormir na sala com a perna elevada, pois não conseguia subir escadas. Também precisou de ajuda para tomar banho e até para se alimentar.
Mesmo tendo feito outra tatuagem no braço no mesmo período, sem qualquer problema, a lesão na perna evoluía de forma preocupante.
Internação e risco de amputação
No dia 8 de outubro, a dor se tornou insuportável. Débora foi levada ao hospital em caráter de urgência.
Segundo ela, os médicos ficaram alarmados ao avaliar a perna. Em um primeiro momento, houve até a possibilidade de amputação.
Exames foram realizados para investigar infecção bacteriana, mas os resultados deram negativos. Diante disso, a equipe médica passou a considerar uma reação grave do organismo ao material da tatuagem.
Tratamento longo e sequelas
A lesão chegou a um estado crítico. Débora relatou que os médicos disseram que o ferimento estava muito profundo, próximo ao osso.
O tratamento exigiu curativos diários, uso de medicamentos e acompanhamento constante durante os meses de outubro e novembro.
A recuperação foi lenta. No início, os curativos eram feitos todos os dias. Depois, passaram a ser alternados.
Mesmo após a melhora, Débora afirma que ficou com sequelas. Até hoje, ela não pode retocar nem remover a tatuagem, e a perna não voltou completamente ao normal.
Alerta sobre procedimentos estéticos
Ao tornar os dois casos públicos, Débora reforçou a importância de cautela. Para ela, tanto práticas caseiras quanto procedimentos considerados simples podem trazer riscos.
A influenciadora destacou que tatuagens são procedimentos invasivos. Quando algo sai do controle, as consequências podem ser graves.
Ela também alertou sobre a importância de procurar ajuda médica ao menor sinal de agravamento. Segundo Débora, essa atitude foi fundamental para evitar um desfecho ainda pior.
Experiências que viraram aprendizado
Após os episódios, Débora disse que passou a ter mais cuidado com o próprio corpo. As experiências serviram como aprendizado e também como alerta para seguidores.
O relato mostra que tendências virais e procedimentos estéticos exigem informação, orientação profissional e atenção aos sinais do organismo.
Para a influenciadora, dividir essas histórias é uma forma de evitar que outras pessoas enfrentem situações semelhantes.
Fonte: www.famososecelebridades.com.br
Publicado em: 2026-01-28 15:50:00 | Autor: Redação |



