GONGOGI: professora acusa o prefeito de perseguição
Profa. Eliana (Foto: Arquivo do Facebook) "Não tentem crescer humilhando os outros nem fazendo retaliação o poder passa as vezes não dura nem 4 anos. Governo injusto e ditador..." desaba nas redes…
Por José Jorge Souza
· Atualizado em · Leitura de 2 min
| Profa. Eliana (Foto: Arquivo do Facebook) |
Num sistema democrático as pessoas se nutrem de um sentimento de mudança, todavia essa subjetividade, na maioria das vezes, promove o detentor do cargo público e frustra os administrados.
Dentre dezenas de reclamações do governo do município de Gongogi, Bahia, ora administrado por Edvaldo dos Santos, popular "Caçulo", destacou no fim de semana a perseguição desenfreada a professora do ensino fundamental I, Eliana Vieira. A denúncia chegou a nossa redação através das redes sociais.
Há mais de quinze dias, o seu esposo Jaime, gravou sua indignação e postou nas redes sociais acusando o prefeito Caçulo e alguns detentores de cargos comissionados de perseguidores. Como se não bastasse na última sexta-feira (19/05), a sua esposa Eliana Vieira foi alvo de uma ato administrativo incompatível com os critérios da legislação local. Acredita-se que por retaliação, o executivo municipal publicou o Decreto de remoção da educadora.
No início da manhã do dia seguinte (sábado 20), Eliana externou a sua revolta nas redes sociais: "Deixo aqui registrado neste momento a minha indignação a este governo ditador, humilhante, fuxiqueiro, que falam de democracia em seus discursos enganadores. (...) Falaram tanto julgaram os governos anteriores. E fazem o mesmo ou pior com seus funcionários. Sou professora desse município tenho uma vida dedicada aos filhos dessa cidade. (...) Não tentem crescer humilhando os outros nem fazendo retaliação o poder passa as vezes não dura nem 4 anos. Governo injusto e ditador".
A Comissão Provisória da Associação dos Servidores Públicos de Gongogi - ASPG, através de seu presidente Eudes Siqueira, fez uma moção de repúdio a ação do prefeito e outras pessoas também foram solidárias. Enquanto isso, a classe do magistério se indigna com a APLB municipal, que não tomou nenhuma providência em relação ao fato que se tornou público e notório.
Na noite de ontem (23), a câmara de vereadores manifestou a sua indignação ao governo Caçulo e solidarizou-se com a professora Eliana Vieira.
A redação do Portal Gongogi irá procurar a APLB e o prefeito municipal para esclarecimentos. (Portal Gongogi)
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