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Manifestantes comemoram soltura do “faraó”, mas informação é falsa

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) decidiu nesta terça-feira, por dois votos a um, manter a prisão preventiva de Glaidson Acácio dos Santos, dono da GAS Consultoria e Tecnologia, de Felipe Silva Novais e de Michael de Souza Magno. Sob a liderança de Glaidson, chamado de “faraó dos bitcoins”, eles são acusados de promover uma pirâmide financeira, disfarçada de operações de investimento em criptomoedas, que teria movimentado ilegalmente pelo menos R$ 38 bilhões, especialmente entre investidores de Cabo Frio e cidades vizinhas da Região dos Lagos fluminense.

Em fente à sede do tribunal, no Centro do Rio, manifestantes chegaram a comemorar uma suposta liberdade concedida a Glaidson, mas era apenas o voto divergente, do desembargador William Douglas. Votaram contra o habeas corpus Flávio Lucas, relator do caso, e Marcelo Granado. Vestidos de branco, os investidores chegaram em ônibus fretados e fizeram um protesto pacífico desde o início da tarde, ainda antes do início do julgamento. A notícia equivocada sobre a soltura também gerou queimas de fogos em Cabo Frio.

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